Quem Sou: uma Doente Renal (Não Transplantada e não faço dialise nem homodialise) que criou este Blogue para trocar experiências com outras pessoas e contar a sua experiência, entre outras coisas, como Culinária, O que gosto de fazer nos tempos livres, e alguma opinião médica, se for possível.
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domingo, 3 de abril de 2011
Risoto de Legumes
Boa tarde a todos aqui vos deixo esta receita que pode ser feita sem sal e em vez da manteiga podem usar creme para barrar vegetal(margarina vegeta) espero que gostem.
sábado, 2 de abril de 2011
Depoimento para o blog Associação Catarinense dos Renais
Olá chamo-me Fátima sou de Portugal, por volta dos meus 6/7 anos comecei a não conseguir segurar as urinas começou por ser só há noite mas pouco tempo depois até de dia, ou não sentia que estava a urinar-me ou não tinha tempo para ir ao casa de banho. Foi então que a minha mãe me levou a uma consulta ao Hospital de São João no Porto, onde foi consultada pelo doutor Peralta (um pediatra) que me tratou muito bem, mas o meu problema não era da especialidade do doutor Peralta em então passou me para a doutora Helena Jardim (também) pediatra, ao que observou que teria que fazer uma nefrectomia dta por nefropatia de refluxo e exdusal funcional (que se realizou aos 7 anos) e que me operou foi um óptimo médico o doutor pinto Leite a operação correu bem, mas pouco tempo depois vieram as complicações: HTA grave desde os 7 anos c/ repercussão em órgãos alvos (HVE; INC). Ao que vivi durante muitos anos a comer sem sal e a controlar as Tensão Arterial, chegue ou ponto de passar três meses no Hospital e outros três em casa e todo isso foi desde os meus 7 anos até aos meus 13 anos que por já ter reprovado alguns anos por faltas as escolas decidi abandonar a escola até que pode-se concluir o 6º anos de escolaridade, além de abandonar as consultas também deixei os medicamentos e passei a comer com meio sal, quase 5 anos depois por um motivo que me custa muito a falar voltei as consultas tinha eu 18 anos fique com a mesma pediatra que me mandou fazer uma angiografia que revelou Estenose da Artéria renal esquerda desde a origem da Artéria renal c/ envolvimento dos vasos intre renais, desde angiografia comecei a ser seguida pela Doutora Tânia Couto Sousa durante muitos anos (que não só foi minha médica como minha amiga e de quem tenho muitas saudades) sempre com alguns infecções urinarias vem como as tensão arterial um pouco alta para o normal no meu caso por motivo de profissão a Doutora teve que ir embora do Hospital mas deixou-me numas mãos igualmente boas que também já não e meu médico de seu nome Pedro Bizarro que foi meu amigo e é até hoje a quem aproveito para agradece as estes dois anjos que cruzaram o meu caminho e que sei que até hoje bom sabendo noticias minhas, que no caso do doutor Pedro e ainda trabalha no mesmo Hospital, nas mãos do doutor Pedro tive a minha cretirina a 1.6 e ele nunca me deixou desanimar (não conto nenhum episódio que tive com a doutora Tânia pois são todos muitos importantes que os quero só guardar para mim), deste momento estou acompanhada por a doutora Francisca Barros, as minhas analises nos últimos tempos estão boas e a Tensão Arterial também. O que vos aconselho e falarem sempre com o vosso médico e pedir-lhe sempre a verdade sobre o vosso problema de saúde pois e meio caminho para a cura ou viver uma vida dentro do normal. Algumas informações que aqui deixo bem nos meus relatórios clínicos, espero que este meu depoimento vos ajude. Fátima do Blog: doenterenal.blogspot.com
Sopa Aromatizada de Peixe
4 Doses Tempo de Preparação: 30 Minutos Tempo Total: 30 Minutos Preparação: Fácil Ingredientes: 200 gramas de arroz basmati ou thailandês 400 ml de água Sumo de 1 limão 1 litro de caldo de galinha ou de legumes 400 gramas de filetes de peixe (maruca ou cherne) 400 gramas de espinafres 200 gramas de cenoura ralada 50 gramas de hortelã finamente picada 2 vieiras, finamente picadas Sal (q.b.) Preparação: Deixe ferver a água numa panela e coza o arroz até a água ser absorvida (15 minutos). Junte o sumo de limão. Entretanto, leve o caldo de galinha ou legumes a ferver noutra panela. Reduza o lume para médio e junte o peixe, espinafres, cenoura, hortelã e vieiras. Sirva quente. Informação Nutricional: Por dose: 239 calorias 3 grs de gordura (1 gr. Saturada, 1 monoinsaturada) 63 mg de colesterol 24 grs de hidratos de carbono 28 grs de proteínas 2 grs de fibras 110% Dose Diária Recomendada de vitamina A 25% DDR de vitamina C 16% DDR de folatos 225 mg de sódio 570 mg de potássio Fonte:http://www.alimentacaosaudavel.org/Sopa-Peixe-Aromatizada.html
Salada Cores de Maio
2 Doses Tempo de Preparação: 10 Minutos Tempo Total: 10 Minutos Preparação: Fácil Ingredientes: 1 embalagem de mistura para saladas 200 grs de cenoura ralada 30 grs de cebola vermelha fatiada 10 tomates cereja 100 grs de peito de peru grelhado (fatiado) 2 fatias de queijo magro (fatiado) Azeite (q.b.) Vinagre Balsâmico (q.b.) Sal (q.b.) Preparação: Junte a mistura para saladas, as cenouras e a cebola num recipiente para saladas. Regue com o azeite e o vinagre e salpique com um pouco de sal. Divida o preparado por dois pratos e por cima disponha as fatias de peru grelhadas, os tomates cereja e o queijo. Informação Nutricional: Por dose: 180 calorias 4 grs de gordura (1 gr. Saturada, 0 monoinsaturada) 27 mg de colesterol 19 grs de hidratos de carbono 21 grs de proteínas 6 grs de fibras 290% Dose Diária Recomendada de vitamina A 70% DDR de vitamina C 757 mg de sódio 956 mg de potássio 55% DDR de folatos 40% DDR de cálcio Fonte:http://www.alimentacaosaudavel.org/Salada-Cores-Maio.html
sexta-feira, 1 de abril de 2011
Pedra nos Rins como tratar, remédios, sintomas, causas, tratamento
O que é? O homem expele pela urina grandes quantidades de sais de cálcio, ácido úrico, fosfatos, oxalatos, cistina e, eventualmente, outras substâncias como penicilina e diuréticos. Em algumas condições a urina fica saturada desses cristais e como conseqüência formam-se cálculos. Não é um fenômeno raro até a idade de 70 anos. Aproximadamente 12% dos homens e 5% das mulheres podem ter, pelo menos, um cálculo durante suas vidas. A primeira década da vida não está imune ao surgimento de cálculos, havendo um pico de incidência entre quatro e sete anos de idade. A doença é mais comum no adulto jovem, em torno da 3 ª ou 4 ª década de vida, predominando na raça branca e não havendo diferença de sexo. A recorrência é mais comum no adulto jovem, 15% em um ano, 40% em até 5 anos e 50% em até 10 anos. A população negra tem menos litíase renal que a branca. O que se sente e como se faz o diagnóstico? A litíase pode ser assintomática, reconhecida somente em exames ocasionais. Na maioria das vezes, a litíase se apresenta com manifestação de dor (cólica) e hematúria. Muitas vezes, os cálculos podem obstruir a via urinária. A cólica renal é o sintoma agudo de dor severa, que pode requerer tratamento com analgésicos potentes. Geralmente, a cólica está associada a náuseas, vômitos, agitação. A cólica inicia quase sempre na região lombar, irradiando-se para a fossa ilíaca, testículos e vagina. No sedimento urinário, pode-se observar hematúria que, com a dor em cólica, nos permite pensar na passagem de um cálculo. A investigação clínica, na fase aguda, inclui além do exame comum de urina, um RX simples de abdômen e uma ecografia abdominal. Principais complicações dos cálculos Infecção urinária Obstrução urinária: perda do rim por destruição obstrutiva e/ou infecciosa Insuficiência renal crônica Hipertensão arterial Complicações cirúrgicas nas retiradas dos cálculos Complicações da litotripsia (hematúria, destruição de tecido renal, hipertensão) Como se trata? Tomar bastante líquidos é o principal item do tratamento, visando reduzir a concentração e supersaturação dos cristais urinários, e dessa forma, diminuir a formação de cálculos. O ideal de tratamento é suprimir a recorrência e evitar que os cálculos existentes cresçam. Como os cálculos têm origem heterogênea e freqüentemente são manifestações de doenças multissistêmicas, é impossível haver um só esquema terapêutico. Por isso, o tratamento é diversificado e prolongado, requerendo o comprometimento permanente do paciente. Após seis meses de tratamento, deve-se repetir a seqüência de exames para avaliar a eficiência da ação terapêutica. A revisão é fundamental para ajustar as medidas usadas no controle da recorrência e estimular o paciente na continuidade do tratamento. Os cálculos maiores de 0,8 cm não saem espontaneamente, por isso é necessária a intervenção do urologista para a retirada do cálculo por métodos cirúrgicos ou métodos extracorpóreos, endoscópicos ou litotripsia. Fonte:http://melhoragora.org/pedra-nos-rins-como-tratar-remedios-sintomas-causas-tratamento/
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