sábado, 14 de novembro de 2015

Consumo de açúcar


Não é verdade que uma pessoa com Diabetes não pode ingerir açúcar. Por exemplo, numa situação de hipoglicemia (baixa de açúcar no sangue) moderada, o açúcar é sem dúvida o melhor tratamento, porque sendo rapidamente absorvido pelo organismo, permite que a pessoa tenha uma subida imediata da glicemia (nível de açúcar no sangue), e que atinja com a maior brevidade os valores normais.
O Açúcar dos doces
O açúcar presente nos doces não serve para tratar um hipoglicemia, porque, devido à existência de outros nutrientes - como por exemplo, a gordura - não tem uma absorção rápida, tendo que passar por todo o processo de digestão até chegar ao sangue.
Por este motivo facilmente se conclui que uma pessoa com uma hipoglicemia, não a conseguirá tratar corretamente se ingerir um bolo, um gelado ou um chocolate.
Será melhor reservar estes alimentos para ocasiões especiais, de preferência fazendo  a seguinte compensação: reduzir a quantidade dos outros hidratos de carbono (arroz ou batata ou pão) dessa mesma refeição.
"O açucar dos doces""Como actuar em caso de Hipoglicemia"
Há outras circunstâncias, em que as pessoas podem ingerir os hidratos de carbono “extra” do doce e compensar com a terapêutica, mantendo desta forma as glicemias estáveis. Trata-se de pessoas com diabetes tipo 1 que fazem insulina de ação rápida às refeições. A insulina de ação rápida, como o seu nome indica, atua rapidamente no organismo, permitindo que o açúcar ingerido não se acumule no sangue.
Neste caso a pessoa pode fazer mais insulina a contar com os hidratos de carbono existentes no doce.
No entanto nem todas as pessoas com diabetes tipo 1 administram insulina de ação rápida às refeições e relativamente a quem administra, se este tipo de compensação for feita muitas vezes, acaba por contribuir para um aumento de peso e da gordura corporal, (como acontece com qualquer pessoa que coma doces muitas vezes) que nenhum benefício lhe trará e irá contribuir para um pior controlo da diabetes.
Compensações de Glicemia com insulina rápida, na diabetes tipo 1
O açúcar
Existem vários tipos de açúcares, são exemplo: a sacarose, a glucose, a dextrose, a frutose, a maltose, a maltodextrina, o xarope de glucose, o xarope de milho, a geleia de milho, o açúcar invertido, o melaço e também o mel.
Tipos de açucar
Com exceção da frutose, a maioria dos açúcares, quando ingeridos isoladamente, são rapidamente absorvidos pelo organismo, provocando um aumento dos níveis de açúcar no sangue (hiperglicemia). Quando são utilizados como ingrediente de algum alimento, como um bolo, por exemplo, o açúcar é absorvido mais lentamente, devido à presença de outros nutrientes que necessitam passar pelo processo de digestão, e por isso não servem para tratar uma hipoglicemia (baixa de açúcar no sangue), mas contribuem para aumentar o valor calórico desse produto.

Absorção de açucar
Adoçantes 
Os adoçantes não são todos iguais. Existem essencialmente dois tipos de adoçante: os calóricos e os não calóricos.
Adoçantes 
Adoçantes calóricos
Os polióis são adoçantes com cerca de metade das calorias do açúcar, deste grupo fazem parte o manitol, o xilitol, maltitol, lactitol, o isomalte e o sorbitol.   Este tipo de adoçantes pode ser consumido por pessoas com diabetes, mas quando ingeridos em excesso (mais do que 10 gramas por dia, no adulto) podem provocar cólicas intestinais ou até diarreia.
É importante referir que, no caso das crianças ou de pessoas com uma menor constituição física, as quantidades diárias devem ser menores.
Sabia que a frutose não deve ser utilizada como adoçante?
A frutose é um exemplo de adoçante calórico, ela existe na fruta mas também pode ser comprada nos supermercados para ser utilizada. Este adoçante contém as mesmas calorias que o açúcar e também aumenta a glicemia, no entanto a sua absorção é mais lenta que a do açúcar. Por outro lado, quando consumida em excesso, pode contribuir para o aumento dos níveis de gordura no sangue, nomeadamente dos triglicerídeos, como também pode aumentar a resistência à insulina.
Adoçantes não calóricos
Este tipo de adoçantes tem mais vantagens do que os adoçantes calóricos, já que não aumentam os níveis de glicemia nem de triglicerídeos (gordura existente no sangue) e ajudam a controlar o peso.
Os adoçantes não calóricos são: a sacarina, o aspartame, o acesulfame de potássio, a sucralose, o ciclamato de sódio e o estévia. Estes adoçantes são bons para adoçar alimentos ou bebidas como o chá ou o café, no entanto tenha atenção às quantidades porque estes têm maior poder adoçante que o açúcar.
Por vezes existe a ideia de que a utilização de adoçante é prejudicial para a saúde, no entanto sabe-se que se não for consumido em excesso não há qualquer perigo.
Para garantir que a dosagem ingerida seja sempre bastante inferior aos limites considerados seguros, são utilizados nos produtos alimentares dois ou três destes tipos de adoçante, para que a quantidade de cada um seja reduzida.
É ainda importante referir que o aspartame pode perder o poder adoçante quando é aquecido e é contraindicado em pessoas com a doença fenilcetonúria. A fenilcetonúria é uma doença do foro genético que faz com que os alimentos que contenham uma substância chamada fenilalanina provoquem uma intoxicação do sistema nervoso podendo causar danos irreversíveis. O tratamento destas pessoas passa essencialmente por fazer uma dieta 100% isenta de fenilalanina para toda a vida, uma vez que o aspartame contém fenilalanina ele não pode ser consumido por portadores desta doença.

Nenhum destes adoçantes é aconselhado a crianças com menos de dois anos, e a sacarina e o ciclamato de sódio são desaconselhados para grávidas e lactantes.

DIA MUNDIAL DA DIABETES

Alimentação

Equivalências de Hidratos de Carbono
A distribuição dos alimentos com HC pelas várias refeições do dia, faz parte do tratamento da diabetes, mas saber quais as quantidades adequadas e mantê-las de dia para dia é igualmente importante.
Para optimizar este aspecto o passo seguinte é aprender a substituir os alimentos ricos em HC uns pelos outros, sem alterar o total recomendado, ou seja aprender as equivalências de HC.
Quando as pessoas tomam  comprimidos para controlar a diabetes, ou fazem doses fixas de insulina, torna-se importante esta consistência em HC nas refeições e ao longo no dia, para que não hajam oscilações na glicemia.
A quantidade total de HC deve ser sempre aconselhada pelo dietista ou nutricionista para cada pessoa, já que depende de vários fatores, entre os quais, a idade, o peso, o género e o nível de atividade física.
Todos estes alimentos nestas quantidades têm os mesmos HC a que chamamos 1 equivalente ou 1 porção de HC.
1 batata pequena tem os mesmos HC do que 2 colheres de  arroz ou massa, ou do que 3 colheres de grão ou feijão, ou do que 6 colheres de ervilhas ou favas.
Isto significa que todos estes alimentos se transformam na mesma quantidade de açúcar tendo o mesmo efeito na subida da glicemia.
Então 2 batatas serão equivalentes ao dobro: a 4 colheres de arroz ou massa, ou a 6 colheres de grão ou feijão ou a 12 colheres de ervilhas ou favas...ou então a 2 colheres de arroz + 3 colheres de feijão...ou a 2 colheres de arroz + 6 colheres de ervilhas.
Observando a tabela a pessoa conclui que pode, por exemplo trocar 2 batatas ou outros alimentos equivalentes a duas batatas por 50 gramas de pão. Ou que pode trocar uma das batatas por 1 peça de fruta.
Uma peça de fruta tem o mesmo total de HC do que uma batata  do tamanho de um ovo ou do que as 25 g de pão, só que os HC da fruta, entre os quais a frutose, têm uma transformação em açúcar mais rápida, por isso, quando se ingere fruta fora das refeições, deve juntar-se  25 gr de pão ou o equivalente em bolachas.
No caso de a fruta ser ingerida à refeição sem que se queira aumentar o total de HC, deve substituir-se um equivalente em HC, por exemplo, uma das batatas por uma peça de fruta. Deste modo o total de HC da refeição permanecerá igual.
Como o pão varia imenso, podendo ser mais ou menos denso, ter mais ou menos fibras, convém ter a certeza do seu peso, para que as trocas sejam bem feitas.
Um copo de leite ou 1 iogurte magro com 0% gordura e 0% açúcar têm também a mesma equivalência em HC e neste caso estamos a falar da lactose - o açúcar do leite.

Não são necessários mais do que 3 copos de leite ou iogurtes por dia.
Fonte:http://www.apdp.pt/a-diabetes/tratamento/alimentacao#equivalências-de-hidratos-de-carbono

quarta-feira, 11 de novembro de 2015

TAEYEON(태연) - 'I' COMEBACK Stage M COUNTDOWN 151008 EP.446

Couve-flor Breadsticks

Olá a todos os visitantes deixo-vo aqui um link de um site onde tem bastantes receita bom e rápida e o melhor se vocês não poder comer alguns ingredientes dá para substituir por outro eu fiz isso apesar de não dizer no site.

http://tiphero.com/cauliflower-breadsticks/?ref=fv

sexta-feira, 16 de outubro de 2015

Informação aos visitantes

Olá a todos que visitam este blog.
O blog ainda continua activo eu é que estou com uns problemas de saúde e não posso estar muito tempo no pc basicamente só venho ver os e-mail e pouco mais, alias lanço-vos um desafio que me mandem 10 temas para eu publicar no blog.
Obrigada a todos e desculpe pela demora.

sexta-feira, 11 de setembro de 2015

Doença de Miastenia grave

 visão geral

A miastenia grave é um distúrbio crônico neuromuscular caracterizado pela fraqueza muscular e fadiga rápida quando o músculo é exigido.

Tipos

Há dois tipos possíveis de miastenia grave: adquirida e congênita. A forma adquirida nada mais do que é uma doença autoimune, em que os anticorpos atacam células e tecidos saudáveis do organismo por engano, confundindo-os com agentes invasores, como vírus e bactérias.
Já a forma congênita acontece quando os anticorpos produzidos pela mãe passam para o feto por meio da placenta.

Causas

As razões pelas quais a miastenia grave ocorre ainda não estão totalmente esclarecidas. Se for do tipo autoimune, a resposta imunológica se volta contra os componentes da placa motora responsável pela transmissão do estímulo nervoso que faz o músculo contrair, a acetilcolina. Esse processo interfere na transmissão do impulso nervoso e provoca o enfraquecimento rápido dos músculos.
Alguns médicos acreditam que a miastenia grave possa estar vinculada de alguma forma a tumores no timo, uma glândula ligada ao sistema imunológico responsável pela produção de anticorpos.

Fatores de risco

Os fatores genéticos são os principais fatores de risco para a miastenia grave – principalmente porque eles estão diretamente relacionados à forma congênita da doença. Além disso, fadiga, estresse, o calor extremo e outras condições de saúde também podem contribuir para o surgimento da doença. Alguns medicamentos, como betabloqueadores, certos anestésicos e antibióticos, também podem aumentar o risco de uma pessoa vir a desenvolver miastenia grave.

 sintomas

A fraqueza muscular é o principal sintoma de miastenia grave e piora à medida em que o músculo afetado é usado repetidamente. Como os sinais e sintomas costumam melhorar com o repouso, a fraqueza muscular pode ir e vir. O problema é que os outros sintomas da miastenia grave também tendem a se agravar com o passar do tempo, principalmente se não forem tratados corretamente.
Apesar de miastenia grave poder afetar qualquer um dos músculos do corpo humano, certos grupos musculares são mais comumente afetados do que outros, como:

Músculos dos olhos

Em mais da metade das pessoas que desenvolvem miastenia grave, os primeiros sinais e sintomas envolvem problemas oculares, tais como pálpebras caídas e visão dupla.

Músculos do rosto e pescoço

Fala alterada (nasalada), cabeça caída, dificuldade para engolir, facilidade para engasgar, problemas de mastigação e perda do controle dos músculos faciais ligados às expressões, como sorrir, por exemplo.

Músculos dos membros

Além disso, miastenia grave pode causar fraqueza nos músculos dos braços e das pernas – que geralmente vem acompanhada da fraqueza muscular que atinge outras partes do corpo. Geralmente, a doença afeta mais os braços do que as pernas.

 diagnóstico e exames

Agende uma consulta com um médico se você tiver dificuldades para respirar, enxergar, engolir, mastigar, caminhar, sustentar a cabeça ou usar os braços e as pernas normalmente.

Entre os especialistas que podem diagnosticar miastenia grave estão:
  • Clínico geral
  • Neurologista
  • Geneticista.
Estar preparado para a consulta pode facilitar o diagnóstico e otimizar o tempo. Dessa forma, você já pode chegar à consulta com algumas informações:
  • Uma lista com todos os sintomas e há quanto tempo eles apareceram
  • Histórico médico, incluindo outras condições que o paciente tenha e medicamentos ou suplementos que ele tome com regularidade.
O médico provavelmente fará uma série de perguntas, tais como:
  • Quando os sintomas surgiram?
  • Qual a intensidade dos sintomas?
  • Os sintomas pioraram com o passar do tempo?
  • Você sente fraqueza muscular?
  • A fraqueza é contínua ou melhora com o repouso?
  • Quais músculos são afetados?
  • Você foi diagnosticado recentemente com alguma condição médica? Qual?
  • Você faz uso de algum tipo de medicamento? Qual?
  • Você tem histórico familiar de miastenia grave ou quaisquer outros problemas musculares?
  • Você tomou alguma medida para aliviar os sintomas? Funcionou?
  • Você tem dificuldade para enxergar, respirar, andar ou mastigar?

Para diagnosticar a miastenia grave, o médico deverá realizar um exame físico e lhe fazer uma série de perguntas sobre seu histórico clínico. Em seguida, ele pedirá alguns exames específicos, como:
  • Exame neurológico, para avaliar reflexos, força muscular, sentidos do tato e da visão e noções de coordenação e equilíbrio
  • Teste edrofónio
  • Exame de sangue
  • Exame de eletroneuromiografia com estimulação nervosa repetitiva
  • Exames de imagem, como tomografia computadorizada e ressonância magnética
  • Testes de função pulmonar
  • Testes genéticos
  • Biópsia do tecido muscular.
O uso de uma injeção de prostigmina, substância que ajuda a recuperar a força muscular por algum tempo, pode ser útil para confirmar a suspeita de miastenia grave.

 tratamento e cuidados

Existem inúmeras possíveis abordagens terapêuticas para tratar miastenia grave. No entanto, uma combinação desses métodos costuma ser a saída mais eficaz para tratar os sintomas da doença. Veja:

Medicamentos

O uso de alguns medicamentos, como imunossupressores, corticosteroides e inibidores de colinesterase, costuma ser combinado a uma terapia chamada de plasmerase, que consiste na remoção do plasma com anticorpos, a fim deste ser substituído por um plasma livre de células de defesa, e, também, a infusões de imunoglobilina intravenosa, que tem como objetivo prover seu corpo com anticorpos capazes de conferir resistência maior ao seu organismo.

Cirurgia

Aproximadamente 15% dos casos confirmados de miastenia grave são acompanhados por um tumor no timo – uma glândula que está diretamente envolvida no sistema imunológico. São nesses casos em que a cirurgia para remoção do timo é o método mais indicado para tratar miastenia grave.
Mesmo sem a ocorrência de tumor, a cirurgia pode ser uma boa saída para aliviar os sintomas causados pela doença, livrando o paciente do uso de medicamentos.

 convivendo (prognóstico)

O tratamento aliado a determinadas abordagens caseiras pode melhorar ainda mais os sinais e sintomas de miastenia grave. Veja algumas dicas:
  • Ajuste a rotina alimentar. Procure fazer suas refeições quando estiver com uma boa força muscular. Além disso, se tiver problemas para mastigar, prefira alimentos macios e procure fazer várias refeições curtas ao longo do dia
  • Se necessário, adapte sua casa com precauções de segurança, como barras de apoio. Cuidado com tapetes escorregadios e outros objetos que possam facilitar a queda.

Se não for devidamente tratada, a miastenia grave pode levar a algumas complicações de saúde. Embora algumas sejam tratáveis, outras podem ser fatais. Veja:
  • Crise miastênica, que ocorre quando os músculos que controlam a respiração estão enfraquecidos demais. Este problema pode representar um risco para a vida do paciente e necessita de atendimento médico emergencial
  • Tumores no timo
  • Outros distúrbios, como disfunções da tireoide (hipertireoidismo, por exemplo)
  • Outras doenças autoimunes, como artrite reumatoide e lúpus.

Não existe cura para miastenia grave, mas com o tratamento adequado é possível ter uma remissão prolongada dos sintomas. Para isso, pode ser necessário restringir algumas atividades diárias. Além disso, indivíduos que apresentam apenas sintomas oculares podem desenvolver miastenia generalizada com o decorrer do tempo.
Mulheres com miastenia grave podem ficar grávidas, porém devem ser observadas de perto por uma equipe médica especializada. Caso a doença seja transmitida para o bebê por meio da placenta, a criança deverá ser submetida a um tratamento para remissão dos sintomas. Geralmente, o bebê consegue se livrar da miastenia grave rapidamente – geralmente algumas semanas após o parto.

 prevenção

Não há formas conhecidas de prevenir a miastenia grave.
Fonte:http://www.minhavida.com.br/saude/temas/miastenia-grave

sexta-feira, 4 de setembro de 2015

Pediatria para todos

http://blogpediatriaparatodos.blogspot.pt/search/label/Doen%C3%A7as

Procure a aplicação no google play store vai ajudar muito