Quem Sou: uma Doente Renal (Não Transplantada e não faço dialise nem homodialise) que criou este Blogue para trocar experiências com outras pessoas e contar a sua experiência, entre outras coisas, como Culinária, O que gosto de fazer nos tempos livres, e alguma opinião médica, se for possível.
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quarta-feira, 28 de março de 2012
Portugal a Dançar
O que é o Portugal a Dançar?
O Portugal a Dançar é uma iniciativa nacional da Associação Dê Mais Coração – Movimento Daniela para, através da dança, angariar fundos para o Instituto do Coração de Moçambique (ICOR) para salvar a vida de crianças com problemas cardíacos. A 1ª edição realizou-se no ano passado e contámos com 48 escolas ao longo do País, que no dia 30 de Abril se voluntariaram para oferecer um workshop de dança, cujo valor da inscrição (7€) revertia integralmente a favor do ICOR através da Dê mais Coração - Movimento Daniela. Foram mais de 70 workshops, fomos notícia na capa do Jornal "Metro", "Público", "RTP 1", "RTP 2", "TVI 24 online", entre outros meios de comunicação nacionais e locais.
A primeira edição do Portugal a Dançar realizou-se no dia 30 de Abril de 2011 em diversas escolas e associações de dança de norte a sul do país e conseguiu angariar mais de € 3.000,00 para ajudar crianças desfavorecidas com problemas cardíacos em Moçambique.
"Portugal a Dançar" ajuda crianças moçambicanas
RTP, 30 Abril 2011
Mais informações sobre a 2ª Edição do Portugal a Dançar
portugaladancar@demaiscoracao.com
Fonte:http://www.demaiscoracao.com/portugal-dancar
A "Associação Dê Mais Coração
Movimento Daniela" é uma organização sem fins lucrativos que tem como missão:
Ajudar o INSTITUTO DO CORAÇÃO em Moçambique a salvar vidas de crianças com doenças cardíacas. MANTER VIVA a memória da DANIELA e fazer o bem através desta memória.
Estamos localizados na Rua Lucinda Simões, 12 B - 1900-305 Lisboa
Telefone: 218167519
Por quem é constituída a Associação?
A iniciativa desta associação surgiu por Esmeralda Fernandes, (Presidente da Associação e mãe da Daniela) e colaboram familiares, amigos e pessoas interessadas em ajudar.
Adicionalmente fazem parte dos sócios fundadores variados elementos da comunidade médica portuguesa.
Porque escolheram ajudar o Instituto do Coração em Moçambique?
A escolha do ICOR (Instituto do Coração) deve-se ao conhecimento do trabalho desenvolvido por esta organização a favor das crianças carenciadas, à credibilidade demonstrada através das visitas efectuadas ao local e aos critérios de rigor que pautam a sua gestão.
ICOR atua na área cardiovascular que levou ao falecimento da Daniela e opera em Moçambique onde estão as raízes da sua família.
Mais informações sobre o ICOR
Veja aqui algumas notícias sobre a Associação Dê Mais Coração
Pode consultar aqui os Estatutos da associação
Fonte:http://www.demaiscoracao.com/
Ajudar o INSTITUTO DO CORAÇÃO em Moçambique a salvar vidas de crianças com doenças cardíacas. MANTER VIVA a memória da DANIELA e fazer o bem através desta memória.
Estamos localizados na Rua Lucinda Simões, 12 B - 1900-305 Lisboa
Telefone: 218167519
Por quem é constituída a Associação?
A iniciativa desta associação surgiu por Esmeralda Fernandes, (Presidente da Associação e mãe da Daniela) e colaboram familiares, amigos e pessoas interessadas em ajudar.
Adicionalmente fazem parte dos sócios fundadores variados elementos da comunidade médica portuguesa.
Porque escolheram ajudar o Instituto do Coração em Moçambique?
A escolha do ICOR (Instituto do Coração) deve-se ao conhecimento do trabalho desenvolvido por esta organização a favor das crianças carenciadas, à credibilidade demonstrada através das visitas efectuadas ao local e aos critérios de rigor que pautam a sua gestão.
ICOR atua na área cardiovascular que levou ao falecimento da Daniela e opera em Moçambique onde estão as raízes da sua família.
Mais informações sobre o ICOR
Veja aqui algumas notícias sobre a Associação Dê Mais Coração
Pode consultar aqui os Estatutos da associação
Fonte:http://www.demaiscoracao.com/
O que é a Endometriose
O que é a Endometriose
por SusanaFonseca em Qua Maio 12, 2010 9:22 am
A Endometriose é uma doença com tamanha expressão, que é hoje reconhecida como uma doença social. O seu impacto na sociedade é tremendo e é considerada como um grave problema de saúde pública.
Estima-se em aproximadamente oito anos o tempo que medeia entre os sintomas e o diagnóstico. E se após o diagnóstico, não for instituído um tratamento adequado a Endometriose continua a sua progressão. Sobretudo em fase mais avançada da doença, onde a cirurgia é inevitável. Porque a Endometriose é uma doença progressiva
O endométrio é a parte do revestimento interno do útero. Pela acção hormonal no ciclo menstrual, o endométrio sofre um processo cíclico de regeneração e descamação. Esta descamação provoca a menstruação e com ela são recicladas as glândulas e o estroma que compõe o endométrio. Em caso de gravidez, é ao endométrio que cabe a responsabilidade de uma boa implantação do óvulo fertilizado para manutenção da gravidez.
Quando as células que compõem o endométrio se encontram fora da parte interna do útero, implantando-se noutros locais (peritoneu pélvico, ovários, recto, bexiga, apêndice, intestinos, diafragma, etc.), dá-se o processo de Endometriose.
Um caso particular de Endometriose resulta da invasão do miométrio (parte muscular do útero), por endométrio. A isto chama-se Endometriose Interna ou Adenomiose que é também uma forma frequente de Endometriose.
Os casos particulares, mas menos frequentes, estão relacionados com Endometriose à distância em órgãos fora da cavidade abdominal, tal como o pulmão, o nariz ou a pele.
Incidência e prevalência
O número de mulheres que hoje em dia sofrem de Endometriose é de aproximadamente 10% da população. Este número tem aumentado nos últimos anos provavelmente devido a efeitos ambientais (por exemplo, as dioxinas) sobre a génese da doença.
Calcula-se que 25 a 45% das mulheres com infertilidade têm endometriose.
Em mulheres com dor, tantas vezes incapacitante, calcula-se que a endometriose atinja 54% desse grupo de mulheres.
Em mulheres com dor, tantas vezes incapacitante, calcula-se que a endometriose atinja 54% desse grupo de mulheres.
Nos EUA cerca de 4 em cada 1000 mulheres entre os 15 e os 64 anos são hospitalizadas cada ano devido a endometriose, o que representa um número maior do que acontece por exemplo, no cancro da mama.
Por outro lado, algumas mulheres com endometriose são incompreensivelmente assintomáticas.
Etiologia
A origem da endometriose é, ainda hoje um pouco controversa. Várias hipóteses foram formuladas. Porém, pensa-se que diversos tipos de endometriose possam ter origens diferentes.
A teoria de Sampson
A menstruação retrógrada através das trompas, que ocorre em maior ou menor grau em muitas mulheres, leva à implantação de tecido do endométrio na pelve.
Embora datada já de 1927, esta teoria tem a particularidade de simplificar a origem da doença. No entanto, estudos recentes parecem concluir que estes implantes retrógrados necessitaram de estímulos externos para em vez de envolver, progredirem para uma doença autónoma. Entre esses estímulos encontram-se factores genéticos (mães, filhas), hormonais (níveis elevados de estrogéneos com menstruações abundantes), racicos (raça Caucasiana apresenta um risco maior) e ambientais (onde as dioxinas jogam um papel muito importante) ou sociais (stress).
Metaplasia Celónica
Corresponde a uma transformação do epitélio celónico durante a fase do desenvolvimento embrionário.
Isto justifica os casos de endometriose na puberdade, em mulheres que nunca menstruaram, ou em locais distantes já referenciados.
Teoria Tumoral
Apoiada na teoria de Sampson e nas agressões ambientais parece começar a comprovar-se que certas formas de endometriose grave (quistos dos ovários, mas sobretudo tumores endometrióticos do recto, da sigmoideia, e da bexiga) resultam da presença de células endometriais em locais anómalos, que ao serem estimuladas por mecanismos complexos, desenvolveriam (por via de neoangiogénese) os tumores agressivos de endometriose que encontramos a esses níveis.
Classificação da Endometriose
Com vista a uma standarização do diagnóstico e da terapêutica da endometriose, os médicos procuram classificações, as quais, ao se universalizarem facilitam o tratamento e a comparação de resultados.
Muitas são as classificações existentes mas apesar de reconhecida como insuficiente impõe-se ainda aquela que foi desenhada pela AFS (American Fertility Society). Esta classificação subdivide a endometriose em quatro estádios ou em quatro formas. As formas mínimas correspondem ao estádio I da AFS, as formas ligeiras ao estádio II, as formas moderadas ao estádio III e as formas graves ao estádio IV.
Fonte:http://www.endoags.org/
Fonte:http://mulherendo.forumeiros.com/t7-o-que-e-a-endometriose
por SusanaFonseca em Qua Maio 12, 2010 9:22 am
A Endometriose é uma doença com tamanha expressão, que é hoje reconhecida como uma doença social. O seu impacto na sociedade é tremendo e é considerada como um grave problema de saúde pública.
Estima-se em aproximadamente oito anos o tempo que medeia entre os sintomas e o diagnóstico. E se após o diagnóstico, não for instituído um tratamento adequado a Endometriose continua a sua progressão. Sobretudo em fase mais avançada da doença, onde a cirurgia é inevitável. Porque a Endometriose é uma doença progressiva
O endométrio é a parte do revestimento interno do útero. Pela acção hormonal no ciclo menstrual, o endométrio sofre um processo cíclico de regeneração e descamação. Esta descamação provoca a menstruação e com ela são recicladas as glândulas e o estroma que compõe o endométrio. Em caso de gravidez, é ao endométrio que cabe a responsabilidade de uma boa implantação do óvulo fertilizado para manutenção da gravidez.
Quando as células que compõem o endométrio se encontram fora da parte interna do útero, implantando-se noutros locais (peritoneu pélvico, ovários, recto, bexiga, apêndice, intestinos, diafragma, etc.), dá-se o processo de Endometriose.
Um caso particular de Endometriose resulta da invasão do miométrio (parte muscular do útero), por endométrio. A isto chama-se Endometriose Interna ou Adenomiose que é também uma forma frequente de Endometriose.
Os casos particulares, mas menos frequentes, estão relacionados com Endometriose à distância em órgãos fora da cavidade abdominal, tal como o pulmão, o nariz ou a pele.
Incidência e prevalência
O número de mulheres que hoje em dia sofrem de Endometriose é de aproximadamente 10% da população. Este número tem aumentado nos últimos anos provavelmente devido a efeitos ambientais (por exemplo, as dioxinas) sobre a génese da doença.
Calcula-se que 25 a 45% das mulheres com infertilidade têm endometriose.
Em mulheres com dor, tantas vezes incapacitante, calcula-se que a endometriose atinja 54% desse grupo de mulheres.
Em mulheres com dor, tantas vezes incapacitante, calcula-se que a endometriose atinja 54% desse grupo de mulheres.
Nos EUA cerca de 4 em cada 1000 mulheres entre os 15 e os 64 anos são hospitalizadas cada ano devido a endometriose, o que representa um número maior do que acontece por exemplo, no cancro da mama.
Por outro lado, algumas mulheres com endometriose são incompreensivelmente assintomáticas.
Etiologia
A origem da endometriose é, ainda hoje um pouco controversa. Várias hipóteses foram formuladas. Porém, pensa-se que diversos tipos de endometriose possam ter origens diferentes.
A teoria de Sampson
A menstruação retrógrada através das trompas, que ocorre em maior ou menor grau em muitas mulheres, leva à implantação de tecido do endométrio na pelve.
Embora datada já de 1927, esta teoria tem a particularidade de simplificar a origem da doença. No entanto, estudos recentes parecem concluir que estes implantes retrógrados necessitaram de estímulos externos para em vez de envolver, progredirem para uma doença autónoma. Entre esses estímulos encontram-se factores genéticos (mães, filhas), hormonais (níveis elevados de estrogéneos com menstruações abundantes), racicos (raça Caucasiana apresenta um risco maior) e ambientais (onde as dioxinas jogam um papel muito importante) ou sociais (stress).
Metaplasia Celónica
Corresponde a uma transformação do epitélio celónico durante a fase do desenvolvimento embrionário.
Isto justifica os casos de endometriose na puberdade, em mulheres que nunca menstruaram, ou em locais distantes já referenciados.
Teoria Tumoral
Apoiada na teoria de Sampson e nas agressões ambientais parece começar a comprovar-se que certas formas de endometriose grave (quistos dos ovários, mas sobretudo tumores endometrióticos do recto, da sigmoideia, e da bexiga) resultam da presença de células endometriais em locais anómalos, que ao serem estimuladas por mecanismos complexos, desenvolveriam (por via de neoangiogénese) os tumores agressivos de endometriose que encontramos a esses níveis.
Classificação da Endometriose
Com vista a uma standarização do diagnóstico e da terapêutica da endometriose, os médicos procuram classificações, as quais, ao se universalizarem facilitam o tratamento e a comparação de resultados.
Muitas são as classificações existentes mas apesar de reconhecida como insuficiente impõe-se ainda aquela que foi desenhada pela AFS (American Fertility Society). Esta classificação subdivide a endometriose em quatro estádios ou em quatro formas. As formas mínimas correspondem ao estádio I da AFS, as formas ligeiras ao estádio II, as formas moderadas ao estádio III e as formas graves ao estádio IV.
Fonte:http://www.endoags.org/
Fonte:http://mulherendo.forumeiros.com/t7-o-que-e-a-endometriose
Tricomoníase
A tricomoníase é causada pelo Trichomonas vaginalis, um protozoário que instala uma infecção do sistema urogenital (urinário e genital). A tricomoníase é uma doença sexualmente transmissível (DST), mas pode propagar-se também com o compartilhamento de roupas íntimas, toalhas de banho ou banheiras contaminadas, já que esses parasitas conseguem sobreviver por mais de 24 horas em ambiente úmido.
A tricomoníase vaginal tende a aparecer em ambiente menos ácido do que o normalmente encontrado na vagina (região genital interna).
Fonte:http://www.higieneintima.com.br/saude-intima-em-dia/infeccao-vaginal
A tricomoníase vaginal tende a aparecer em ambiente menos ácido do que o normalmente encontrado na vagina (região genital interna).
Fonte:http://www.higieneintima.com.br/saude-intima-em-dia/infeccao-vaginal
A higiene íntima no trabalho
A falta de tempo prejudica diversas áreas da vida. As mulheres que passam o dia todo no trabalho, por exemplo, não têm tempo de dar a atenção merecida aos cuidados básicos com o corpo, como a higiene íntima. A médica Flávia Fairbanks, especializada em ginecologia e obstetrícia e sexualidade humana pela Universidade de São Paulo (USP), alerta que as consequências disso são sérias.
“A falta de cuidados pode aumentar a predisposição a corrimentos e infecções vaginais. Isso pode, a princípio, desencadear problemas como desconforto e infecções urinárias. Posteriormente, pode surgir algo mais grave e crônico, como a candidíase de repetição”, exemplifica a médica.
Flávia diz que há um detalhe que deve ser lembrado todas as vezes que a mulher usar o banheiro. “A higiene deve ser sempre feita com movimentos que vão de frente para trás, para que não haja contato das bactérias intestinais com a vagina”, explica ela – lembrando que, após evacuar, o ideal é lavar a região genital.
Paulo Veinert, ginecologista, obstetra e professor da Faculdade de Ciências da Saúde de São Paulo, reitera que a limpeza retrógrada, como é chamada, é essencial, e concorda que o ideal seria poder lavar-se. Mas, além disso, ele faz um alerta importante: jamais evite usar o banheiro por acreditar que, assim, estará se preservando, já que os sanitários públicos nem sempre são bem-limpos.
“Muitas mulheres têm o hábito de reter a urina para usar o banheiro de casa. Algumas até evitam tomar água, para não sentir vontade. Porém, isso é ainda mais perigoso”, avisa. “O que protege a bexiga é a urina fluida e a circulação frequente dela. A uretra feminina é muito curta, e isso facilita a entrada de bactérias. Se ela bebe bastante água e vai frequentemente ao banheiro, limpa esse canal e previne problemas.”
Veja cinco dicas listadas por Paulo Veinert para as mulheres que trabalham fora cuidarem da higiene íntima:
1. Escolha roupas íntimas com tecidos que permitam boa ventilação, como o algodão. Os sintéticos, principalmente, não deixam que a pele respire;
2. Evite roupas justas demais e tecidos muito grossos, como o jeans, principalmente no verão;
3. Se você sabe que vai passar muitas horas fora de casa, leve uma calcinha na bolsa para trocá-la durante o dia;
4. Como é difícil lavar a região íntima fora de casa, tenha na bolsa algodão prensado, daqueles de retirar maquiagem. Sabonetes íntimos, em forma de lencinhos, também são ideais para os dias do ciclo menstrual;
5. Leve na bolsa, também, forros descartáveis para revestir o assento do vaso sanitário. Como é inevitável usar banheiros públicos, é bom que você esteja prevenida.
Para saber mais acesse: www.dermacyd.com.br
Acesse: Orientações sobre higiene íntima feminina - Febrasgo Fonte:http://www.atmosferafeminina.com.br/Higiene_Intima/Mulher/Cuidados/A_higiene_intima_no_trabalho
“A falta de cuidados pode aumentar a predisposição a corrimentos e infecções vaginais. Isso pode, a princípio, desencadear problemas como desconforto e infecções urinárias. Posteriormente, pode surgir algo mais grave e crônico, como a candidíase de repetição”, exemplifica a médica.
Flávia diz que há um detalhe que deve ser lembrado todas as vezes que a mulher usar o banheiro. “A higiene deve ser sempre feita com movimentos que vão de frente para trás, para que não haja contato das bactérias intestinais com a vagina”, explica ela – lembrando que, após evacuar, o ideal é lavar a região genital.
Paulo Veinert, ginecologista, obstetra e professor da Faculdade de Ciências da Saúde de São Paulo, reitera que a limpeza retrógrada, como é chamada, é essencial, e concorda que o ideal seria poder lavar-se. Mas, além disso, ele faz um alerta importante: jamais evite usar o banheiro por acreditar que, assim, estará se preservando, já que os sanitários públicos nem sempre são bem-limpos.
“Muitas mulheres têm o hábito de reter a urina para usar o banheiro de casa. Algumas até evitam tomar água, para não sentir vontade. Porém, isso é ainda mais perigoso”, avisa. “O que protege a bexiga é a urina fluida e a circulação frequente dela. A uretra feminina é muito curta, e isso facilita a entrada de bactérias. Se ela bebe bastante água e vai frequentemente ao banheiro, limpa esse canal e previne problemas.”
Veja cinco dicas listadas por Paulo Veinert para as mulheres que trabalham fora cuidarem da higiene íntima:
1. Escolha roupas íntimas com tecidos que permitam boa ventilação, como o algodão. Os sintéticos, principalmente, não deixam que a pele respire;
2. Evite roupas justas demais e tecidos muito grossos, como o jeans, principalmente no verão;
3. Se você sabe que vai passar muitas horas fora de casa, leve uma calcinha na bolsa para trocá-la durante o dia;
4. Como é difícil lavar a região íntima fora de casa, tenha na bolsa algodão prensado, daqueles de retirar maquiagem. Sabonetes íntimos, em forma de lencinhos, também são ideais para os dias do ciclo menstrual;
5. Leve na bolsa, também, forros descartáveis para revestir o assento do vaso sanitário. Como é inevitável usar banheiros públicos, é bom que você esteja prevenida.
Para saber mais acesse: www.dermacyd.com.br
Acesse: Orientações sobre higiene íntima feminina - Febrasgo Fonte:http://www.atmosferafeminina.com.br/Higiene_Intima/Mulher/Cuidados/A_higiene_intima_no_trabalho
sábado, 24 de março de 2012
Para os fã do Angélico Vieira
Olá a todos os visitantes venho por este meio informar que este blog vai fazer uma homenagem ao Angélico a partir de 30 de Maio, vai começar a 30 de Maio para que todos os que quizerem praticipar o possam fazer até a data de 1 ano de seu falecimento. Antenção aviso que o blog não suporta video muito grandes peço tambem a que querira participar para dizer se quer ficar com a sua publicação anonima ou não. Obrigada mais uma vez.
segunda-feira, 19 de março de 2012
Mousse de Manga II
Ingredientes:
1 lata grande de Polpa de Manga
1 lata de leite condensado
4 iogurtes naturais
Preparação:
Mistura-se tudo com a batedeira. Deitar num taça grande ou em várias tacinhas e levar ao frigorífico.
Bom apetite.
Fonte:http://www.saborintenso.com/f82/mousse-manga-ii-2612/
Olá a todos eu esperementei esta sobremesa mas não pôs o leite condensado, em vez do leite condensado pôs 5 folhas de gelatina natural ficou uma delicia, esperementem não faz mal como eu fiz mas se poder seguir a receita a risca tambem deve ser bom.
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