domingo, 24 de agosto de 2014

Desabafo Sempre estarei com você Kim Hyun Joong


Sempre estarei com você.
Não sejam ingratos para com quem, vos alimentou com a sua música e a sua representação.
O artista não pode ser, Ídolos de alguém só quando as coisas estão a correr bem.
A relação entre um Artista e Fãs é como um casamento tem que ter confiança.
A vida privada dos mesmos não diz respeito a ninguém a não ser ao artista e seu familiares e amigos não confunda a vida privada de uma artista com o seu trabalho.
Todo o artista tem direito a sua vida pessoal.
Este meu desabafo ser para todos os fã de artista de todo o mundo não só para os "fã" que não acredita em Kim Hyun joong e ainda anda alimentar mais rumores sobre que dizem ser seu Ídolo.   

terça-feira, 12 de agosto de 2014

Homenagem a Robin Williams

Ressurreição
Eu vim para ver você, Suna.
Como você está aqui, menina.
Você vem dos quatro cantos
com seu sorriso
quando eu estou andando na rua sozinho Chong-ro.
Eu senti falta
cada vez que um galo cantando ao amanhecer.
Posso te chamar de ouvido?
Oh, Suna, há muitos séculos desde que eu não vejo.

Um dia, quando você foi em flores do caixão
além da montanha,
Não estava nos meus olhos mais do que o céu vazio,
em minhas mãos, nem um cabelo de acidente vascular cerebral.
E como choveu ... Depois da vela, eu estava abrindo a porta
pedra onde eles cantaram corujas
e encontrou um rio de milhares de quilómetros ...
E como você pode voltar, ou o que desceu do arco-íris
escondido de sua casa, onde nem mesmo
você poderia me enviar e-mail.

Nos quatro caminhos Rua Chong-ro
um mar de neblina, ou um mar de crianças
estão conversando no sol.
E entre essas meninas de dezenove ou vinte anos
Ah, então você vai para trás em seus olhos, em seu sangue, em seu coração

Suna, Suna, Suna. Oh, venha e veja como você faz isso !
Fonte:http://www.latarea.com.mx/articu/articu11/kwon211.htm
Pensei muito em que ia por de homenagem esse grande homem que foi e sempre será em nossos coração de um sorriso fácil e uma linda gargalhada.
Foi então que me surgiu este poema pois quê sabe fazer rir os outro só pode ser lembrado com um a boa gargalhada com mistura de saudade.  Não esqueceudo as sua palavras abaixo mencionadas.
Boas gargalhadas ai onde se encontra.

quinta-feira, 7 de agosto de 2014

EBOLA

Se contraído, o Ebola é uma das doenças mais mortais que existem. É um vírus altamente infeccioso que pode matar mais de 90% das pessoas que o contraem, causando pânico nas populações infectadas.
A organização humanitária internacional Médicos Sem Fronteiras (MSF) tratou centenas de pessoas com a doença e ajudou a conter inúmeras epidemias ameaçadoras. 
“Eu estava coletando amostras de sangue de pacientes. Nós não tínhamos equipamentos de proteção suficientes e eu desenvolvi os mesmo sintomas”, diz Kiiza Isaac, um enfermeiro ugandense. “No dia 19 de novembro de 2007, recebi a confirmação do laboratório. Eu havia contraído Ebola”.
Fatos
A primeira vez que o vírus Ebola surgiu foi em 1976, em surtos simultâneos em Nzara, no Sudão, e em Yambuku, na República Democrática do Congo, em uma região situada próximo do Rio Ebola, que dá nome à doença.
Morcegos frutívoros são considerados os hospedeiros naturais do vírus Ebola. A taxa de fatalidade do vírus varia entre 25 e 90%, dependendo da cepa.
“MSF foi para Bundibugyo e administrou um centro de tratamento. Muitos pacientes receberam cuidados. Graças a Deus, eu sobrevivi. Depois da minha recuperação, me juntei a MSF”, conta Kiiza.
Estima-se que, até janeiro de 2013, mais de 1.800 casos de Ebola tenham sido diagnosticados e quase 1.300 mortes registradas.
Primeiramente, o vírus Ebola foi associado a um surto de 318 casos de uma doença hemorrágica no Zaire (hoje República Democrática do Congo), em 1976. Dos 318 casos, 280 pessoas morreram rapidamente. No mesmo ano, 284 pessoas no Sudão também foram infectadas com o vírus e 156 morreram.
Há cinco espécies do vírus Ebola: Bundibugyo, Costa do Marfim, Reston, Sudão e Zaire, nomes dados a partir dos locais de seus locais de origem. Quatro dessas cinco cepas causaram a doença em humanos. Mesmo que o vírus Reston possa infectar humanos, nenhuma enfermidade ou morte foi relatada.
MSF tratou centenas de pessoas afetadas pelo Ebola em Uganda, no Congo, na República Democrática do Congo, no Sudão, no Gabão e na Guiné. Em 2007, MSF conteve completamente uma epidemia de Ebola em Uganda.

O que causa o Ebola?
O Ebola pode ser contraído tanto de humanos como de animais. O vírus é transmitido por meio do contato com sangue, secreções ou outros fluídos corporais.
Agentes de saúde frequentemente são infectados enquanto tratam pacientes com Ebola. Isso pode ocorrer devido ao contato sem o uso de luvas, máscaras ou óculos de proteção apropriados.
Em algumas áreas da África, a infecção foi documentada por meio do contato com chimpanzés, gorilas, morcegos frutívoros, macacos, antílopes selvagens e porcos-espinhos contaminados encontrados mortos ou doentes na floresta tropical.
Enterros onde as pessoas têm contato direto com o falecido também podem transmitir o vírus, enquanto a transmissão por meio de sêmen infectado pode ocorrer até sete semanas após a recuperação clínica.
Ainda não há tratamento ou vacina para o Ebola.

Sintomas 
No início, os sintomas não são específicos, o que dificulta o diagnóstico.
A doença é frequentemente caracterizada pelo início repentino de febre, fraqueza, dor muscular, dores de cabeça e inflamação na garganta. Isso é seguido por vômitos, diarreia, coceiras, deficiência nas funções hepáticas e renais e, em alguns casos, sangramento interno e externo.
Os sintomas podem aparecer de dois a 21 dias após a exposição ao vírus. Alguns pacientes podem ainda apresentar erupções cutâneas, olhos avermelhados, soluços, dores no peito e dificuldade para respirar e engolir.

Diagnóstico
Diagnosticar o Ebola é difícil porque os primeiros sintomas, como olhos avermelhados e erupções cutâneas, são comuns.
Infecções por Ebola só podem ser diagnosticadas definitivamente em laboratório, após a realização de cinco diferentes testes.
Esses testes são de grande risco biológico e devem ser conduzidos sob condições de máxima contenção. O número de transmissões de humano para humano ocorreu devido à falta de vestimentas de proteção.
“Agentes de saúde estão, particularmente, suscetíveis a contraírem o vírus, então, durante o tratamento dos pacientes, uma das nossas principais prioridades é treinar a equipe de saúde para reduzir o risco de contaminação pela doença enquanto estão cuidando de pessoas infectadas”, afirma Henry Gray, coordenador de emergência de MSF durante um surto de Ebola em Uganda em 2012.
“Nós temos que adotar procedimentos de segurança extremamente rigorosos para garantir que nenhum agente de saúde seja exposto ao vírus, seja por meio de material contaminado por pacientes ou lixo médico infectado com Ebola”.

Tratamento
Ainda não há tratamento ou vacina específicos para o Ebola.
O tratamento padrão para a doença limita-se à terapia de apoio, que consiste em hidratar o paciente, manter seus níveis de oxigênio e pressão sanguínea e tratar quaisquer infecções. Apesar das dificuldades para diagnosticar o Ebola nos estágios iniciais da doença, aqueles que apresentam os sintomas devem ser isolados e os profissionais de saúde pública notificados. A terapia de apoio pode continuar, desde que sejam utilizadas as vestimentas de proteção apropriadas até que amostras do paciente sejam testadas para confirmar a infecção.
MSF conteve um surto de Ebola em Uganda em 2012, instalando uma área de controle entorno do centro de tratamento. 
O fim de um surto de Ebola apenas é declarado oficialmente após o término de 42 dias sem nenhum novo caso confirmado.

Página atualizada em março de 2013
Fonte:http://www.msf.org.br/conteudo/74/ebola/

quinta-feira, 10 de julho de 2014

DOENÇA DE CROHN

O que é a doença de Crohn?

A doença de Crohn é um processo inflamatório crónico envolvendo principalmente o tracto intestinal. Embora possa atingir qualquer parte do tubo digestivo, da boca ao ânus, afecta mais frequentemente a última parte do intestino delgado (ileum) e/ou o intestino grosso (cólon, recto e ânus). A doença de Crohn é uma situação crónica que pode reaparecer por várias vezes durante a vida. Alguns doentes têm longos períodos de remissão, algumas vezes por anos, permanecendo livres de sintomas. Não existe processo de prever quando a remissão pode ocorrer ou quando os sintomas irão reaparecer.

Quais os sintomas da doença de Crohn? 

Devido ao facto da doença de Crohn poder afectar qualquer parte do intestino, os sintomas podem variar muito de doente para doente. Os sintomas mais comuns incluem a dor ou cólica abdominal, diarreia, febre, emagrecimento e distensão abdominal. Nem todos os doentes apresentam estes sintomas, alguns podendo mesmo nunca os manifestar. Outra sintomatologia pode incluir dor ou escorrência anal, lesões cutâneas, abcessos ano-rectaisfissuras e dor articular (artrite).

Quem é afectado?

Sendo certo que qualquer grupo etário pode ser atingido, a doença afecta principalmente adultos jovens entre os 16 e os 40 anos de idade. Afecta homens e mulheres em igual proporção, parecendo ser mais comum em algumas famílias. Cerca de 20% de pacientes com Crohn têm um familiar, mais frequentemente um irmão ou irmã, algumas vezes um Pai/Mãe ou filho, com alguma forma de doença inflamatória do intestino. Em Portugal, nos últimos anos, tem-se assistido a uma incidência crescente da doença. A doença de Crohn e uma patologia similar chamada colite ulcerosa são, habitualmente, agrupadas como doença inflamatória do intestino.

O que causa a doença de Crohn?

A etiologia exacta é desconhecida. Hoje em dia pensa-se ser devida a uma causa imunológica e/ou bacteriana. A doença de Crohn não é contagiosa, tendo uma ligeira tendência genética (hereditária).

Como é tratada a doença de Crohn?

O tratamento inicial é quase sempre médico. Não existe «cura» para a doença de Crohn, mas a terapêutica médica com o recurso a um ou mais medicamentos proporciona uma forma de a tratar, aliviando os seus sintomas. Em situações mais avançadas ou complicadas, a cirurgia pode ser recomendada. Quando ocorrem complicações como perfuração ou obstrução intestinal, hemorragia significativa, a cirurgia urgente pode algumas vezes ser necessária. Outras indicações menos urgentes para a cirurgia incluem a formação de abcessos, fístulas, atingimento ano-rectal severo ou persistência da doença apesar de tratamento médico correctamente efectuado (intractibilidade médica). Nem todos os doentes com estas ou outras complicações necessitarão de ser operados, devendo a decisão ser tomada conjuntamente pelo seu gastroenterologista e cirurgião colo-rectal.

Deverá a cirurgia se evitada a todo o custo?

Apesar de ser verdade que a terapêutica médica constitui a 1ª linha de tratamento, é importante ter presente que a cirurgia pode eventualmente vir a ser necessária em cerca de ¾ dos doentes. Muitos pacientes podem sofrer desnecessariamente devido a um receio errado de que a intervenção cirúrgica é perigosa ou conduzirá inevitavelmente a complicações. Embora a cirurgia não seja «curativa», muitos doentes nunca precisarão de voltar a ser operados. Hoje em dia a cirurgia baseia-se numa opção conservadora, através de uma ressecção limitada ou plastia do segmento intestinal doente, preservando-se o máximo de intestino possível. A cirurgia proporciona frequentemente um efectivo alívio a longo-prazo da sintomatologia, muitas vezes eliminando ou reduzindo a necessidade de manter a terapêutica medicamentosa. 
Fonte:http://www.proctos.pt/Tratamentos/Doen%C3%A7adeCrohn/tabid/93/Default.aspx

O que é Doença de Crohn?

Visitem este site pois vale apena.
http://www.minhavida.com.br/saude/temas/doenca-de-crohn

domingo, 6 de julho de 2014

Resposta a Nuno Ribeiro

Olá Nuno.
Li a teu comentário com atenção e acho que devias falar com o teu nefrologista
na possibilidade de consultar um nutricionista-nefrológico, pode ser que com uma
dieta e medicação consigas normalizar os níveis dos rins.



Olá,
Descobri há 2 anos e meio que sou insuficiente renal crónico, por via de Gamapatia Monoclonal de Significado Renal. Fui tratado com quimioterapia em Outubro de 2013, tendo esse mesmo tratamento sido eficaz na redução das cadeias leves livres e neste momento não existe componente monoclonal. A lesão renal não reverteu, apresento neste momento uma creatinina de 4 e um Clearance a rondar os 25%. Já me colocaram o cenário de hemodiálise num futuro próximo, talvez 5 anos. Vou iniciar hoje medicação para baixar ácido úrico (8,2) e manter o controlo da tensão arterial. Entretanto consultei o meu hemeopata que me sugeriu a toma de NUX VOMITA 200 CH. Estou assutado como a perspectiva da hemodiálise e gostaria de saber se existe algo mais que eu possa fazer para além de uma dieta hipo-proteica. Obrigado